Ser Pastoral da Juventude é mais do que apenas sermos grupos de jovens; é mais do que gostarmos das mesmas músicas e termos os mesmos “ídolos”; é mais do que termos os mesmos sonhos. Ser PJ é ser comunidade evangelizadora, é dançar juntos ao som de qualquer música, é seguir os bons exemplos, é realizar os sonhos em mutirão, enfim, ser PJ é missionar em defesa dos jovens e em busca da Civilização do Amor.
15 de set. de 2010
10 de set. de 2010
9 de set. de 2010
Toda essa tribo querida da Pastoral da Juventude,
Celebrar o Jubileu de 25 anos de caminhada merece todo o respeito e toda a paixão.
Não vou dar muitos conselhos para vocês, porque de conselhos que ficam em conselho, está cheia a Igreja e o Mundo. Além do mais, vocês já sabem tudo e estão dispostos/as a caminhar com os olhos e coração abertos.
Eu cito com freqüência o poema de um jovem poeta colombiano. Vale para vocês. "Sólo tres cosas tenía / para su viaje el romero: / los ojos abiertos a la lejanía, / atento el oído y el paso ligero[2].". Fazendo questão de que o Caminho seja ELE. A graça e o compromisso de nossas vidas é sermos seguidores/as de Jesus de Nazaré. "Gritar o Evangelho com a vida". Optando pelos pobres e pela militância popular. Sendo Igreja inculturada, comprometida, "esperançada e esperançadora", como diziam os mártires jesuítas de El Salvador.
Com 25 anos de caminhada vocês estão espertos/as. Agora se trata de renovar radicalmente o compromisso batismal e a Pastoral da Juventude.
Para todos/as, um forte abraço e a paz subversiva do Evangelho.
Dom Pedro Casaldáliga
29 de ago. de 2010
29 de jul. de 2010
19 de jul. de 2010
15 de jul. de 2010
Grupo
Um Grupo não nasce pronto, nem nasce ‘ grupo’. Como a pessoa ele precisa ser preparado e ‘convocado a vida’. Precisa ser ‘gestado’, para depois nascer como grupo, passa pelas diversas etapas de crescimento até chegar até chegar á maturidade. Como a gente, o grupo também morre um dia: alguns precocemente, outros depois de cumprirem sua missão e darem frutos – ‘Se o grão de trigo não morrer...’
Carmem Lucia Teixeira
Um Grupo não nasce pronto, nem nasce ‘ grupo’. Como a pessoa ele precisa ser preparado e ‘convocado a vida’. Precisa ser ‘gestado’, para depois nascer como grupo, passa pelas diversas etapas de crescimento até chegar até chegar á maturidade. Como a gente, o grupo também morre um dia: alguns precocemente, outros depois de cumprirem sua missão e darem frutos – ‘Se o grão de trigo não morrer...’
Carmem Lucia Teixeira
Assinar:
Postagens (Atom)


